Ponto e Vírgula Tecnologia
11 de maio de 2011 por Vinicius Perez

DNA

In the beginning the Universe was created. This has made a lot of people very angry and has been widely regarded as a bad move.

http://youtu.be/dcncPpQ8loA

Quando eu tinha uns 14 anos, eu comecei a ler O Guia do Mochileiro da Galáxia e foi a coisa mais linda do mundo: Douglas Adams conseguia falar de ateísmo (olha o vídeo ali em cima), natureza humana (através de um personagem robô!) e vários outros assuntos utilizando uma narrativa hilariante. O segundo da série, O Restaurante no Fim do Universo, é uma das COMÉDIAS (incluindo todas as mídias) que eu mais gosto. Bom, o fato é que hoje completam 10 anos da morte dele e acho correto pagarmos nossos condolências.

Esse vídeo acima é uma palestra de 2001 onde ele fala sobre comportamento, evolução e o futuro da humanidade. Vale muito, o velhinho tinha uma percepção muito boa das coisas, vide também um texto de 1999 dele chamado How To Stop Worrying And Learn To Love the Internet, onde ele fala sobre como suspeitamos de mudanças e cita os jornalistas da época que anunciam que determinado crime foi “organizado na Internet”, como se fosse uma seita, embora não citem quando o crime é organizado “por telefone” ou “num café no fim da tarde” (e meio que ainda continua assim, vide os “segundo um site de relacionamento” que tanto rolam nos telejornais). Entretanto, mesmo em 99 e com gente tratanto a internet como um tipo de revista ou um canal de TV, o DNA já falava que o grande barato era a interação, a globalização e como as gerações nascidas com tal tecnologia existente fariam coisas grandes.

1) everything that’s already in the world when you’re born is just normal;

2) anything that gets invented between then and before you turn thirty is incredibly exciting and creative and with any luck you can make a career out of it;

3) anything that gets invented after you’re thirty is against the natural order of things and the beginning of the end of civilisation as we know it until it’s been around for about ten years when it gradually turns out to be alright really.

E conclui:

We are natural villagers. For most of mankind’s history we have lived in very small communities in which we knew everybody and everybody knew us. But gradually there grew to be far too many of us, and our communities became too large and disparate for us to be able to feel a part of them, and our technologies were unequal to the task of drawing us together. But that is changing.

Interactivity. Many-to-many communications. Pervasive networking. These are cumbersome new terms for elements in our lives so fundamental that, before we lost them, we didn’t even know to have names for them.

No mais, não entrem em pânico.

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