Arte Goody
19 de fevereiro de 2013 por Vinicius Perez

Livros para todos

Quatro iniciativas para lembrar como o ser humano, de vez em quando, acerta.

O Robson Mendonça, do Alegrete, é um sujeito com uma história muito foda mesmo.

Ele perdeu a mulher e os filhos em um acidente e acabou indo morar na rua por seis anos. A única coisa que deixava os dias dele mais felizes era ler, mas nenhuma biblioteca emprestava livros, já que ele não tinha endereço fixo. Por isso ele começou a alimentar o desejo de melhorar de vida e fazer algo pelos leitores das ruas.

Em 2003 o Robson saiu das ruas e criou o projeto da Bicicloteca, uma biblioteca itinerante, em uma bicicleta, onde os moradores de rua podem pegar livros emprestados.

Criado para uma livraria de Toronto, no Canadá, o Biblio-Mat é como uma máquina de refrigerante que, por dois dólares canadenses, libera um livro aleatoriamente. Cada livro é uma surpresa e nenhum livro se repete.

Entusiastas da leitura de Bogotá não precisa se preocupar com o que ler: há uns 50 quiosques-biblioteca espalhados pelos parque da cidade (e uns 100 por toda Colômbia).

E você pode construir a sua Little Free Library.

6 comentários para Livros para todos

  1. Pingback: Livros para todos - «hmtitled»

  2. Bruna Pétalla disse:

    Olha que legal, aqui em Brasília também tem um projeto literário nos pontos de ônibus da Asa Norte, o projeto é muito bom e desenvolvido por um açougue, como assim? Dá uma olhadinha -> http://www.t-bone.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=84&Itemid=113

    • marimessias disse:

      Que legal que tu mandou o link, Bruna. Eu lembro de ter visto isso na TV, mas nunca encontrei online nada. Muito obrigada.

    • ve disse:

      O açougue T BONE em Brasília, na ASA NORTE, tb é biblioteca, centro cultural e ponto de encontros literários. Tem tb um projeto nas paradas e ônibus que funciona muito bem!

  3. Sandra Sato disse:

    Em SP há máquinas de livros em algumas estações de metrô.
    Em Milwaukee, WI, EUA, costumava comprar livros a preços simbólicos, em liquidações de bibliotecas da cidade.
    Sem mencionar os sebos (lojas físicas ou virtuais), que também contribuem para que o mercado seja mais acessível.
    Ler é possível.

  4. Roberta disse:

    Seria interessante conseguir o endereço do Robson Mendonça para podermos ajudá-lo a ampliar seu acervo.

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