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Music.Box
12 de agosto de 2013 por Eduardo Biz

Music.Box: Drop It Like It’s Hot

DROP IT LIKE IT'S HOT from box1824 on 8tracks Radio.

Esta edição do Music.Box é focada nos belíssimos lançamentos musicais dos últimos meses. A capa é de autoria do Magenta King, artista sobre o qual falaremos mais em um próximo post.

Além da playlist acima, você também pode ouvir no Rdio.

Music.Box – Drop It Like It’s Hot

FKA Twigs – “Water Me”

Essa londrina é uma mistura de The XX, Massive Attack e Janet Jackson. Lançou seu primeiro EP no final de 2012, quando ainda se chamava apenas Twigs. O “EP 2” da artista sairá pelo selo Young Turks, o mesmo de SBTRKT e The XX. Seu novo single “Water Me” foi produzido por Arca, o jovem talento responsável por Yeezus do Kanye West, e o clipe é de chorar de lindo.

Jai Paul – “Str8 Outta Mumbai”

O misterioso rapper Jai Paul teve seu laptop roubado, e 16 faixas suas caíram no Bandcamp, em abril deste ano. O artista alega que as músicas não estão acabadas, e que são antigas. Mesmo assim, os críticos de música teceram diversos elogios, e ele vem sendo apontado como uma das grandes revelações do ano!

Mount Kimbie – “You Took Your Time”

Com elementos típicos do trip-hop, a dupla vem chamando atenção no cenário eletrônico e experimental. O primeiro álbum foi lançado em 2010, e o segundo em 2013. O single “You Took Your Time” tem participação do rapper-sensação-ruivo-fetiche King Krule. Ah, uma curiosidade: a capa do disco foi feita por Leif Podhajsky, artista que trabalha com Tame Impala, Foals, Lykke Li, The Horrors, The Vines, e fez cartazes para tour da Grimes.

Sean Nicholas Savage – “More Than I Love Myself”

Muito sofrimento nas letras deste rapaz! Sean é um cantor e compositor canadense que usa e abusa de doses de breguice em suas músicas, porém de um jeitinho incrivelmente irresistível.

AlunaGeorge – “Attracting Files”

A dupla vem causando alvoroço desde o começo desse ano, e agora tá com tudo graças ao lançamento oficial do seu álbum. Trata-se de um pop puro, excelente praquele momento de recreação com os amigos.

Owlle – “Ticky Ticky”

Usando voz esfumaçada e melodias que vão do misterioso ao eufórico, a moça já foi comparada à Kate Bush, Bat For Lashes e Lykke Li.

Midnight Juggernauts – “Memorium”

Na ativa desde 2007, a banda acabou de lançar seu terceiro disco.  O clipe de “Memorium” é uma verdadeira jornada que traça o desenvolvimento do CGI (Common Gateway Interface), desde 1951 até hoje. Os caras deram uma entrevista ao Creators Project na qual explicam a obsessão pelo assunto.

Johnny Polygon – “Purple Mess”

Acostumado a lançar suas músicas de forma independente, o rapper tem uma abordagem diferente do que se costuma ouvir no gênero. “This dude got somethin that other rappers don’t have”, já diria um fã.

Apanhador Só – “Despirocar”

Experimentalismo bonito de se ver em uma banda nacional! Ruídos e descontruções inserem um ar novo nas composições melódicas, gravadas em um sítio durante um período de isolamento da banda.

Disclosure – “F For You”

O som desses irmãos ingleses tem uma pegada house típica dos anos 1990, comprovando que a década está mesmo na moda. A infalível mistura do eletrônico com soul e R&B garantem que ainda ouviremos falar muito deles nos próximos anos. Eles curtem desenhar por cima de seus rostos nas fotos, e alguns fãs tem ido desse jeito aos shows.

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Tecnologia
22 de julho de 2013 por Eduardo Biz

Canary e a realidade das casas inteligentes

Casas inteligentes e a Internet das Coisas são realidades cada vez mais próximas do nosso cotidiano. O Canary é um exemplo bem vivo disto!

Trata-se de um aparelho multi-sensorial de segurança, que aprende a rotina do lar e oferece alertas de atividades suspeitas.

A invenção, que está em crowdfunding no Indiegogo, é capaz de gerar dados a partir de sensores que trackeiam tudo que acontece na casa, desde horários de movimentação até a temperatura padrão. Quando percebe que algo está fora do normal, seu dono é avisado através de um app no celular.

O valor no crowdfunding é de US$149 e, pelo andar da carruagem, o Canary promete virar uma febre, como aconteceu com o termostato Nest.

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Arte
18 de julho de 2013 por Eduardo Biz

The Future of Art

Muito bom esse mini-documentário sobre o futuro da arte!

Nomes de peso como Hans-Ulrich Obrist e Olafur Eliasson dão depoimentos bem pertinentes sobre a estética em uma era hiperconectada e sobre o conceito de autoria em tempos de colaboração em massa.

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Tecnologia
11 de julho de 2013 por Eduardo Biz

O melhor substituto para o Google Reader

Desde o início deste mês, eu ― e um bocado de gente mundo afora ― temos sofrido com a extinção do Google Reader. Arrasado, venho buscando alternativas e experimentando todas as plataformas possíveis para substituí-lo.

Eis que estou aqui para compartilhar que achei uma ótima opção!

Mas antes deixa eu contextualizar um pouco… (Se você quer apenas saber qual é a ferramenta, pode pular direto pro último parágrafo do texto.)

Por que eu gostava do Google Reader?

Além da resposta óbvia (poder ler todos meus blogs e sites preferidos em um agregador simples e clean), o principal encanto do Reader para mim era no seu sistema de busca.

Trabalho com pesquisa de tendências e, diariamente, enfrento assuntos muitos específicos sobre os quais me debruçar. Confiar nos resultados genéricos de uma busca tradicional no Google pode ser pouco inspirador nestes casos. Por isso, sempre preferi pesquisar primeiramente dentro do Reader, onde só haviam minhas fontes confiáveis.

Vale lembrar que sou heavy user: assino mais de mil blogs. São anos de navegação coletando a nata da Web, tudo carinhosamente organizado em pastinhas, separadas por assuntos. Portanto, um sistema de busca que vasculhe essa biblioteca personalizada virou minha principal ferramenta de trabalho.

Quando rolou o anúncio que o Reader seria desativado pelo Google, comecei a testar os agregadores que estavam sendo apontados como principais substitutos (mas continuei usando o Reader até o último dia).

O Feedly é o mais popular deles, e se você era usuário do Reader, provavelmente já migrou para lá. A ferramenta é ótima: funciona rápido, é bonita, oferece opções bacanas de visualização, e se integra com celular e tablet. MAS NÃO TEM SISTEMA DE BUSCA! Simplesmente não existe a opção de procurar por um termo dentro dos feeds.

Os usuários estão pedindo e é bem provável que role esse search em um futuro próximo, mas não há previsão. Inclusive, a equipe do Feedly já se manifestou, dizendo que esse furo é mais embaixo, que é complicado criar essa função e eles não sabem bem quando isso vai rolar.

Logo, não serve pra mim.

A segunda opção mais popular é o The Old Reader. Como o próprio nome sugere, trata-se de uma cópia do antigo layout do Google Reader, dos tempos em que ainda era possível dar “like” nos artigos.

O Old Reader é uma boa opção para quem não quer se acostumar com uma interface nova: lá tudo funciona do jeito que você sempre esteve acostumado. E veja só, existe sim um sistema de busca!

Porém… não funciona direito. Pelos testes que fiz, a busca se limita aos últimos 30 dias de postagens. Ou seja, não rola pra mim. Preciso de um search robusto que procure em todo o histórico de cada RSS.

Outros leitores que testei:

O NewsBlur é pago. Pensei em bancar, mas todas as críticas que li a respeito foram negativas. De modo geral, as pessoas dizem que a estética é muito “Windows” e parece que você está em um programa de FTP. Além disso, não encontrei informação sobre a existência ou não de uma search tool.

O NetVibes, além de também ser pago, me brochou com esse vídeo de apresentação.

O Fever tem tudo pra dar certo, mas é pago e não oferece uma versão de teste. No site, não há informações sobre a possibilidade de pesquisar entre os feeds… Mandei um e-mail perguntando há 10 dias, mas não houve resposta.

Bloglovin, Digg Reader, RSSdose, Yoleo, … a lista é imensa e, acredite, testei todos. Nenhum é bom o suficiente e nenhum oferece o sistema de busca que tanto preciso. Cheguei a apelar e instalei softwares como Vienna e NetNewsWire, e até cogitei usar o Outlook. Mas todos eles são programas arcaicos, sem appeal nenhum de uso.

Afinal, qual é o melhor leitor para substituir o Google Reader?

É o InoReader. Basicão, limpo, sem frescuras. É tão pouco popular que não chega a 100 followers no Twitter! O layout lembra muito o Google Reader, e é possível importar suas assinaturas pra lá. E o melhor de tudo: tem uma barra de search que funciona maravilhosamente bem!

Estou usando há uma semana e não tenho reclamações! Se você virar adepto como eu, não deixe de dar 5 estrelinhas pros caras lá na Chrome Web Store. Eles merecem!

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Moda
04 de julho de 2013 por Eduardo Biz

Moda sensível ao olhar

Os tecidos inteligentes e a tecnologia vestível são caminhos inevitáveis que a indústria da moda passará a seguir no futuro.

Com uma proposta bastante lúdica e artística, a estilista canadense Ying Gao vem desenvolvendo belíssimos trabalhos que trilham este rumo, no qual o high tech encontra a delicadeza do vestir.

A coleção (No)where (Now)here explora conceitos de ausência e evanescência, inspirada pela “estética do desaparecimento” do filósofo Paul Virilio. São vestidos que se movem diante um espectador: quando mais alguém olha para as roupas, mais elas se mexem.

A magia se dá graças a fios fotoluminosos presentes nas peças, que são embutidas com tecnologia de mapeamento do olhar. Ao contrário do que parece, no vídeo acima as modelos estão estáticas, em total contraste com o movimento de suas roupas.

Além de ser um experiência estética muito interessante, as criações de Gao acendem o debate sobre a necessidade de uma plateia para que a moda possa, de fato, completar seu propósito.

A coleção será exibida em novembro deste ano no Power Station of Art, o novo museu de arte contemporânea de Xangai.

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Arte
25 de junho de 2013 por Eduardo Biz

Quem são os artistas de rua da Paulista?

A avenida Paulista funciona como palco para os mais diversos tipos de eventos durante todos os meses do ano. Mas há um tipo de espetáculo que está sempre em cartaz por lá: a arte de rua.

O belíssimo mini-documentário “Pão e Circo”, dirigido pela dupla Alex Kidd e Naiara Rentes Rocha, revela com muita sensibilidade quem são as pessoas por trás desses personagens com os quais todos nós já esbarramos algum dia.

O curta conta as histórias e os motivos que trouxeram esses artistas às ruas da cidade, focando em três dos mais emblemáticos da avenida: a estátua viva que fica em frente ao Conjunto Nacional, o cover do Elvis e os irmãos imitadores de Michael Jackson.

Impossível não se emocionar com a mãe dos irmãos Jackson explicando que eles começaram a dançar para amenizá-la da dor que sentiu com o falecimento do ídolo.

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Comunicação, Tecnologia
20 de junho de 2013 por Eduardo Biz

Redes sociais familiares

Semana passada, falamos aqui no Ponto sobre as novas redes sociais que estão se fortalecendo com o declínio do Facebook.

Um dos motivos do êxodo, especialmente por parte dos jovens, se dá devido à presença de parentes na rede social. Embora muitos deles encorajam seus pais e avós a se integrarem digitalmente, a maioria aparentemente não curte socializar com os pais na mesma plataforma em que interagem com seus BFFs.

De fato, o Facebook funciona mais como uma ferramenta de comunicação em massa do que uma conversa íntima com os familiares. Surge aí uma demanda bem nichada: redes sociais voltadas à família.

Uma delas é a Rootsy, que funciona como uma árvore genealógica interativa, na qual é possível compartilhar fotos, vídeos e textos.

O 23snaps é bem fácil de usar para quem está acostumado com o Facebook, já que a interface é bastante semelhante. A diferença é o círculo mais fechado de contatos, voltado só para quem realmente é da família.

Seguindo uma linha semelhante, o FamilyLeaf se preocupou em criar um design que seja tanto atraente para o jovem quanto fácil de usar para os mais velhos, independentemente da sua competência tecnológica.

O premiado app Save The Mom oferece, além dos atributos básicos de uma rede social, algumas funcionalidades voltadas para o convívio familiar dos entes mais próximos. É possível mandar recados de voz e até criar uma lista de compras coletiva.

Menos lúdico, o Social Parent possibilita a criação de diferentes círculos de contato entre os familiares, e também de grupos temporários, que pode ajudar a organizar, por exemplo, o time de futebol do churrasco de domingo.

Infelizmente, todos esses sites são em inglês… Start-ups brasileiras: há oportunidade aí!

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Comportamento
14 de junho de 2013 por Eduardo Biz

Além do Facebook: novas redes sociais apontam no horizonte

No último Reveillon, a promessa de Ano Novo de muita gente foi deletar o perfil do Facebook. Não é à toa que o primeiro trimestre do ano contabilizou significativas perdas de usuários na rede social, especialmente no Reino Unido.

Os motivos são diversos, mas a maioria concorda que, de modo geral, o Facebook nos deixa muito tristes. Uma pesquisa da University of Wisconsin concluiu que, mais do que mostrar fotos e updates dos amigos, a rede serve para mensurar o quanto você é querido pelos outros. Da mesma forma que uma curtida pode ser gratificante, a falta dela faz qualquer um se sentir a pessoa menos valiosa do planeta. É aquele vazio contido em cada like, sabe?

O mais preocupante para Zuckerberg é que a debandada se dá principalmente por parte deles: os jovens. Dando preferência para outras plataformas, como o Tumblr, o desinteresse da nova geração pelo Facebook já virou até motivo de piada.

Além do Tumblr, comprado recentemente pelo Yahoo, outras redes sociais já são tão populares quanto o Facebook. A obsessão pelo Instagram já foi tema de um mini-documentário, e o Pinterest vem sendo apontado como uma ferramenta de busca de imagens muito mais eficaz do que o próprio Google.

Mas afinal, o que as novas redes sociais tem que o Facebook não tem?

Desde o começo, o fascínio que o Facebook causou era a possibilidade de se conectar com todas as pessoas da sua vida. Mas não demorou para sacarmos que conexões demais significam conexões rasas. Qual o sentido de estar conectado com ex-colegas da primeira série se eu não me interesso pela vida deles? Ou com aquele amigo de um amigo que conheci um dia e nunca mais encontrei?

Tantos updates inúteis resultaram em uma Internet barulhenta para todos nós. Surge aí uma tendência pela filtragem de informações: ter foco é mais necessário do que estar conectado. Agrupar as poucas pessoas importantes para cada um se tornou uma alternativa ao grande pinico da timeline. Grupos de Whatsapp nunca fizeram tanto sentido!

Isolamento das multidões nas redes sociais

O Path é uma rede social que segue essa linha mais íntima, permitindo se conectar com no máximo 150 pessoas. Embora ainda se ouça falar pouco a respeito, o app já ultrapassou a marca de 10 milhões de usuários.

Entre as novidades emergentes, o Vine é o que mais se destaca. Na onda dos gifs animados, o app foi criado pelo Twitter e carrega no DNA aquele mesmo poder de síntese: micro-vídeos de 6 segundos em um looping infinito.

Na mesma linha, o Viddy opera como um Instagram de vídeos. O app permite colocar efeitos especiais em filmes de até 15 segundos.

Mas com tantos likes e coraçõezinhos sendo distribuídos, era de se esperar que o outro lado da moeda viesse à tona: haters gonna hate. Manifestar o ódio é a especialidade do Hater, um app social criado para “compartilhar aquilo que as pessoas detestam com quem elas mais amam”.

Outro forte diferencial das novas redes sociais é a curadoria do conteúdo. Além da popularização do Quora, que surge como uma espécie de YahooAnswers levado a sério, o Medium é a bola da vez.

Medium é uma plataforma de blog que está rompendo com algumas convenções, e assim atraindo muita gente boa publicando textos por lá. Ao invés de ter um blog, você tem um perfil e nele cria coleções temáticas de conteúdo.

Seu grande breakthrough é a abordagem de interação dos leitores: não há caixa de comentários tradicionais. Ao passar o mouse sobre os parágrafos, é possível ler ou deixar um comentário, o que gera mais foco e evita o trolling.

Plataformas de conteúdo pago também começam a pipocar por aí, mesmo havendo muito ceticismo sobre a probabilidade de vingarem. O Pheed, por exemplo, permite a criação de contas premium, que recebem de US$ 1,99 a US$ 34,99 pelos posts publicados.

O autor divide os ganhos com a rede social, que permite postagens de até 420 caracteres, além de mensagens de voz. Miley Cyrus, Paris Hilton e Chris Brown são algumas das celebridades que usam a rede, que já conta com mais de 1 milhão de users.

Nessa linha, o Teckler é uma criação brasileira que se lançou recentemente em mais de 150 países. A rede pagará os usuários de acordo com o número de visualizações do conteúdo publicado. “Queremos chegar à internet 3.0, na qual as pessoas produzem conteúdo e ganham dinheiro por isso”, diz Claudio Gandelman, criador do site.

Outro exemplo é o App.net. Livre de anúncios publicitários, a plataforma cobra US$ 5 por mês, mas também oferece o que chamam de “sistema freemium”, onde você não precisa pagar, desde que receba um convite para entrar.

Na contra-corrente dessa onda gananciosa, existe uma aura de boas ações e gentilezas girando em torno das redes sociais. Ano passado, falamos aqui no Ponto sobre o Dreabe, uma rede onde os usuários se reúnem para realizar os sonhos uns dos outros.

Mês passado, foi lançado o Bliive, uma rede colaborativa de troca de tempo. O projeto é bem interessante, com o objetivo de aproximar pessoas através do compartilhamento de experiências. Neste “banco de tempo”, você pode oferecer, por exemplo, uma hora de passeio com cachorro e receber em troca uma hora de aula de violão.

Em tempos de overload de informações, a Dieta da Informação é o grito de SOS que cada um precisa dar para não se afogar em conteúdo irrelevante. E as ferramentas estão aí!

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Comportamento
06 de junho de 2013 por Eduardo Biz

Instagram Is

Para entender melhor sobre a obsessão mundial pela rede social Instagram, recomendo esse mini-documentário Instagram Is.

Dirigido por Paul Tellefsen, o filme traz relatos de alguns perfis populares e aborda as maneiras como o app é capaz de influenciar a vida de seus usuários.

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Nada a Ver
27 de maio de 2013 por Eduardo Biz

Placa pseudo-holográfica de PARE

Uma placa de PARE que realmente faz o motorista parar! É o que as autoridades australianas estão experimentando no Túnel da Baía de Sydney.

Chamada Softstop, a “placa” ganha vida graças à projeção luminosa em uma nuvem de água.

 

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