Arquivos de: nina

Comportamento
12 de setembro de 2013 por nina

Pegadinha 2.0

Lembram da garota americana que ficou famosa por seu twerk ON FIRE?

Ok. E se eu te contar que o vídeo era fake? Foram mais de 11 milhões de views para o vídeo da dançarina amadora “Caitlin Heller” que não é real e que, portanto, não foi um acidente. A estrela do “Worst Twerk Fail EVER – Girl Catches Fire!” é uma dublê cujo nome verdadeiro é Daphne Avalon.

A mente por trás do vídeo? O apresentador Jimmy Kimmel, que revelou a farsa na segunda-feira, um plano que pegou a Internet toda de surpresa:

Com um timming friamente calculado, o vídeo do “acidente” foi lançado logo após a polêmica perfórmance de Miley Cyrus no MTV Video Music Awards. Tudo planejado para que o vídeo parecesse o mais verídico possível. Depois de revelada a genial farsa, muitos americanos se revoltaram nas redes sociais por terem sido “enganados”. Quem não se lembra do famoso viral-fake “Perdi Meu Amor Na Balada”? Jimmy Kimmel se pronunciou a respeito:

 

As velhas pegadinhas da TV, que mostravam cenas de pessoas sendo enganadas nas ruas, evoluíram. Agora as pegadinhas tem o poder de atingir milhares, até milhões de pessoas. E a Internet envolve todo o mundo, literalmente – o que deixa tudo ainda mais engraçado.

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Arte
11 de setembro de 2013 por nina

Memória Fragmentada

Phillip Stearns é um artista do Brooklyn, Estados Unidos, cujos projetos trabalham a arte digital e o design têxtil. O artista criou recentemente um conjunto de três grandes peças em tapeçaria para o projeto, chamado Fragmented Memory, que se baseia em dados binários extraídos de seu computador.

O artista usou um software personalizado para converter os dados da memória do seu computador em imagens. Os pedaços de código binário foram agrupados em pixels, simplificados em sessenta e quatro valores RGB diferentes, que foram traduzidos em diversas cores. A paleta foi criada com a ajuda de oito cores diferentes de fios, que foram trançados para recriar as imagens em enormes tapetes.

O projeto anterior do artista, Glitch Textiles, também explora temas semelhantes, que une o universo digital com trabalhos em tecido. É interessante ver os dados digitais, aparentemente chatos, serem traduzidos em arte com ares nostálgicos, nos remetendo ao início da era dos videogames e da própria Internet.

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Tecnologia
10 de setembro de 2013 por nina

Precisamos de um aplicativo para interagir com amigos?

Passeando pela Internet descobri o Touch Room, um aplicativo criado para você interagir com amigos de um maneira mais física. Como? – você me pergunta.

Desconsiderando as conotações possivelmente desagradáveis pelo sugestivo nome do app (hehehe), a premissa aqui é colocar você e um amigo na mesma “sala”. Você inicia o aplicativo e convida seu contato para participar. A brincadeira consiste em passear os dedos pela tela do celular junto do seu amigo, observando essa mútua interação em tempo real. Quando os dedos se encontram no mesmo ponto, o iPhone vibra, estabelecendo uma conexão física entre você e o outro usuário.

E é só isso. Nada de mais? Emocionante? Vemos que, à medida que o mundo torna-se cada vez mais virtual, há um esforço para tornar a tecnologia um pouco mais sensitiva e humana. Criado por GSP Beta Labs, o aplicativo foi criado com o intuito de “manter amigos e familiares queridos mais próximos, ao alcance de um toque”. Interessante, de repente, para quem mora longe de amigos e familiares, já que o app provoca uma sensação única e quase poética. Não é um game, nem exatamente um veículo de comunicação. É algo entre os dois, com resultados sensitivos.

Sim, os consumidores estão procurando trazer um elemento mais tangível e físico para seu reino virtual. Somos humanos, afinal. Mas…

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Arte
22 de agosto de 2013 por nina

Artista Music.Box: Magenta King

Para 2013, o Music.Box fez uma parceria com o Pupunha Ink, evento de desenho que acontece mensalmente em São Paulo, que vai fazer a curadoria dos artistas mais legais que já passaram pelo evento para ilustrar as playlists. A primeira foi capa do artista Arthur d’Araujo. Agora apresentamos o grande Magenta King.

A versão Clark Kent de Magenta King é Rodrigo Solsona, ilustrador e aposta como um dos melhores quadrinistas do país. Qualquer desavisado que se depara com sua arte pode pensar que é de um incrível japonês mangaká contemporâneo. Isso porque o artista bebe de referências da arte pop japonesa e é grande discípulo de Taiyo Matsumoto. Também tem fortes influências musicais, como John Frusciante e Shugo Tokumaru. Como ele mesmo diz em seu perfil, Magenta King desenha como se não houvesse amanhã.



Magenta King produz como uma máquina. Acaba de ser lançado nas comic shops o quadrinho independente 2028, dos quadrinistas do Bimbo Groovy, um grupo formado por ele e outras grandes personalidades do quadrinho nacional: Arthur D’Araujo, Dalts, Santolouco, João Azeitona, Marcelo e Magno Costa.

O coletivo está atualmente trabalhando em um quadrinho com histórias que se passam no ano de 2028, quando nosso planeta tornou-se um lugar obscuro e violento à lá Mad Max.

Assim como no Bimbo Groovy, o artista costuma unir forças com outros quadrinistas para lançar diversos projetos independentes em coletivo. Um exemplo foi o EP, lançado com o amigo Dalton Soares, e o evento SWAN, que reúne um grupo de 9 ilustradores para desenhar um dia inteiro, ao vivo, uma história em quadrinhos coletiva.

Incansável, o artista ainda está produzindo em conjunto com o artista Dalts o quadrinho 5\5, a ser lançado no FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos), uma revista de 72 páginas recheadas de histórias. Depois disso, ele pretende fazer um crowdfunding pra lançar um volume de 200 páginas de histórias inéditas.


Pra você saber mais, acesse o site do Magenta King. Tem sempre coisa nova sobre seus trabalhos e ainda registros em vídeo, com edições impecáveis. Não esqueça de conferir a playlist que o Music.Box fez com capa desenhada pelo artista: Drop It Like It’s Hot!

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Tecnologia
22 de julho de 2013 por nina

Cansado da Internet?

Você não agüenta mais os mesmos blogs de sempre? Está se sentindo um pouco perdido sem o Google Reader (e não viu nosso post sobre o mais novo e incrível reader)? Não choraminguue porque nós, do Ponto Eletrônico, viemos mais uma vez mexer com o tédio da World Wide Web com uma novidade interessantíssima: conheça o Futureful, um aplicativo que devolve a delícia da serendipidade interética, ou seja, traz a navegação acidental como pilar da experiência da web através de uma plataforma desenhada especialmente para a descoberta de conteúdos relevantes para você.

Ao abrir o aplicativo, você vai ver umas bolhas que representam diferentes tópicos. Clique na bolha que considerar mais interessante e, em seguida, aparece uma série de bolhas relacionadas ao tópico, juntamente com um artigo sugerido. Você pode ainda conectar bolhas-tema para formar diferentes combinações (por exemplo, “memória” e “arte moderna”), fazendo o aplicativo trazer artigos que se encaixam com o que foi solicitado.

O co-criador do Futureful, Jarno Koponen, diz que o aplicativo tenta combinar os artigos mais recentes e populares na Internet ao mesmo tempo que busca os verdadeiros diamantes que estão no fundo do mar da internet. O sistema faz recomendações com base no que outros usuários com interesses semelhantes parecem gostar, mas também mantém busca destaques de sites relevantes. Enquanto não há nenhum botão “like” para declarar o seu afeto por determinados conteúdos, o aplicativo monitora a quantidade de tempo que você gasta lendo um artigo e suas ações, como caso você resolva compartilhá-lo através da mídia social, fazendo a avaliação dos seus maiores interesses com base nesses pontos.

Essa proposta enfatiza e se apropria da não-linearidade do nosso tempo, causada pela própria Internet. Por que não fazer um caminho diferente? Por que não se deixar levar pela surpresa? Imagina quantas coisas podem acontecer que poderiam mudar seu dia… ou até mesmo sua vida?

Lançado em versão beta em os EUA no início deste ano, o aplicativo já está disponível para iPhone e iPad (choremos, Androiders). Ainda sinto falta de ter essa ferramenta para browser.

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Arte
12 de julho de 2013 por nina

BXBY – o primeiro filme em GIF animado

BXBY é um curta-metragem do diretor Quentin Cherrier, fotógrafo francês, que uniu o universo do cinema com os GIFs animados para criar o primeiro “clif” já feito (“clipe” + “GIF”).

O “clif” une diversos GIFs animados em um storytelling bem amarrado, como uma HQ animada sem balões de fala, como se um storyboard fosse fotografado e animado, tomando o lugar da gravação em filme.

O roteiro é bastante simples e poético. Nas primeiras cenas vemos uma menina acordando em um bosque outonal, com vários balões coloridos presos à sua cintura. Mas a calmaria estética do início se transforma ao surgir um homem com uma espingarda – e então começa a caçada.

O processo foi bastante prático: Cherrier fotografou todas as cenas em um único dia – algo bastante atípico para a produção de um filme. Augustin Charnet, vocalista da banda KiD WISE, criou a música trilha-sonora (que também é intitulada “BXBY”), e a artista Elen Blimo desenhou o website.

A ideia de Cherrier foi criar uma história em que o espectador pudesse assistir da forma que quiser. Acesse o “clif” e dê um scroll para assistir a história: BXBY – Clip and GIF.

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Arte
07 de maio de 2013 por nina

Artista Music.Box: Arthur d’Araujo

Para 2013, o Music.Box fez uma parceria com o Pupunha Ink, evento de desenho que acontece mensalmente em São Paulo, que vai fazer a curadoria dos artistas mais legais que já passaram pelo evento para ilustrar as playlists. A primeira é honra de Arthur d’Araujo, o criador e mestre de cerimônia do evento drink ‘n’ draw.

Mr. d’Araujo é artista plástico por formação e trabalha atualmemte como diretor de arte na agência Wieden+Kennedy São Paulo. Apesar de viver da publicidade, arte é sua grande paixão. O rapaz não vive sem seu caderno de desenho, suas canetas e seu estojo de aquarela para desenhar quando bem entender. Todos os pratos e drinks em restaurantes são registrados, assim como detalhes das suas viagens pelo mundo: é seu jeito de ‘fotografar’. Em janeiro de 2013, o artista integrou uma exposição de arte em Cuba com outros artistas contemporâneos brasileiros.

Veja mais da sua arte abaixo:

Além dos seus trabalhos incríveis, Arthur ainda é o criador e organizador do evento mensal Pupunha Ink. A ideia é reunir pessoas que gostem de desenho, sejam elas profissionais ou amadoras, para rabiscar enquanto tomam uma cervejinha. O sucesso do evento é por seu clima divertido e despretensioso proporcionado pelos jogos de desenho, idealizados para que pessoas que não desenhassem normalmente (como muitas namoradas de ilustradores, que acompanhavam o parceiro no evento mas ficavam bebendo de braços cruzados) pudessem interagir.

Aliás, o evento acontece nesse sábado, dia 11 (em São Paulo). Para conhecer mais do trabalho do Arthur d’Araujo, acesse: http://www.arthurdaraujo.com. O Instagram do cara também é ótimo. Ah! E não esquece de conferir a playlist que o Music.Box fez do Coachella 2013, com capa desenhada pelo artista.

Crédito das fotos: Catharina Suleiman, Nelson Aguilar e Walter Kinder.

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Games
29 de abril de 2013 por nina

SNESbox: Procrastinação nostálgica

Foi criado recentemente um emulador de SNES (Super Nintendo) que roda direto do navegador. Sim, minha gente, agora você pode jogar novamente clássicos como Super Mario World, Mortal Kombat, Aladdin e The Legend of Zelda (além de outros 1857 jogos – incluindo todos os jogos de Sailor Moon) a hora que quiser! E o melhor: ainda há a possibilidade de jogar online com um amiguinho.

Se você não agüenta mais de vontade pra começar a jogar, clique aqui. Mas atenção: O SNESbox é (mais) um risco para sua produtividade. Depois não diga que não avisei.

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Comportamento
23 de abril de 2013 por nina

As bandas imaginárias do Coachella

Jimmy Kimmel, o apresentador de talk-show dos EUA, teve uma brilhante ideia: entrevistar os freqüentadores do Coachella para saber a opinião sobre as novíssimas bandas de nomes esquisitos presentes no line-up. Só tem um detalhe: essas bandas nunca existiram.

Como os fãs reagem? De maneira surpeendentemente entusiástica, discutindo com propriedade sobre o estilo desses artistas imaginários. Assista o vídeo abaixo para ver o resultado:

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Tecnologia
22 de abril de 2013 por nina

O papel virou touch

Graças às tecnologias de telas sensíveis ao toque cada vez mais finas e flexíveis, nós estamos nos aproximando de uma era sem papel. Mas até lá, um novo processamento de imagem desenvolvido pela japonesa Fujitsu tornou surpreendentemente simples o ato de copiar o conteúdo do papel e transformá-lo em dados digitais.

Contando apenas com uma câmera comum e um projetor, a interface baseada em toque (touchscreen) copia imediatamente textos ou imagens impressas, basta exigir que o usuário arraste o conteúdo com a ponta do dedo. O projetor insere um quadro iluminado que redimensiona dinamicamente o conteúdo com base nos movimentos dos dedos, enquanto a câmara digitaliza e processa os dados para transformá-los em um arquivo digital – tudo isso em apenas alguns segundos.

Claro, isso não é totalmente inovador, muitas outras empresas de tecnologia têm explorado essa idéia: o Media Lab, do MIT, mostrou uma tecnologia similar chamada Sixth Sense; a Microsoft também flertou com a idéia através seu computador PixelSense e uma tecnologia da Reactivision rastreia os movimentos de dedos e objetos.

As possibilidades desta tecnologia são inúmeras. Desde a eficaz digitalização de impressos até auxiliar projetos de arquitetura, já que a tecnologia também permite que uma pessoa, usando gestos, possa também girar, dar zoom e explorar um arquivo 3D, como plantas feitas em CAD. A Fujitsu planeja lançar esta tecnologia comercialmente em 2014.

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