Categoria: Educação

Educação, Tops
12 de setembro de 2012 por marimessias

MOOC

MMORPG é coisa do passado, o lance agora são os MOOCs.

Não. Sério.

MOOC é uma sigla para Massive Open Online Courses, uma novíssima variante de ensino a distância, onde localização e dinheiro não são capazes de te separar do conhecimento que tu quiser adquirir.

Massa, né.

Como é mega nova, a idéia ainda não chegou por aqui, porém. Criadas por professores de Stanford, duas iniciativas estão na vanguarda dos cursos: a Udacity e a Coursera. A Coursera pretende se focar em convênios com instituições de ensino, divulgando seus cursos online abertos. E parece estar bem encaminhada: já fechou com 16 universidades.

As duas grandes novidades, porém, foram anunciadas entre ontem e hoje.

Ontem o Google avisou que está lançando o código do Course Builder, uma plataforma online que permite que os professores (ou universidades) disponibilizem e tenham completo controle sobre seus MOOCs (diferente da Coursera, onde elas não tem esse controle).

A outra bela novidade já foi anunciada, mas só começa a funcionar em Outubro, é a Class2go, da própria Stanford (que tá em todas, ein). Ela já tem dois cursos previstos, vale dar uma olhada.

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Comportamento, Educação, Ponto e Vírgula, Tops
06 de setembro de 2012 por Vinicius Perez

Crianças ativistas

Post Mágico

Crianças costumam ser encantadoras fazendo qualquer coisa, até quando pintam disformes retratos dos próprios pais. Mas ainda assim nada é melhor para revigorar a fé na humanidade do que ver uma criatura menor que tu ser engajada em construir um mundo melhor.

Diário de Classe

Isadora é aluna da sétima série, tem 13 anos e é responsável pelo Diário de Classe, uma página no Facebook que narra vários problemas da escola onde estuda, de fios desencapados a a metodologia precária dos professores auxiliares. A página já tem 229 mil curtidas e, aparentemente, as únicas pessoas que não gostaram foram os docentes, que se sentem incomodados pelas denúncias de menina. Entretanto a bela iniciativa já rendeu frutos fora da internet: recentemente a quadra foi reformada.

Never Seconds

Enquanto isso na Escócia, Martha, uma garota de 9 anos, passou a documentar em um blog os alimentos pouco atrativos ou saudáveis que eram servidos por sua escola. O site recebeu atenção dos maiores jornais do mundo ao ser citado pelo chef-celebridade Jamie Oliver e a menina conseguiu que a merenda passasse a conter saladas, frutas e pães ilimitados, além de incentivar pessoas de todo o mundo a fazerem o mesmo com os lanches servidos em suas escolas. Demais, né? Pois a menina foi proibida de levar a câmera para a aula e teve que fechar as portas do Never Seconds. Ainda bem que a internet não deixou barato e, em menos de 24 horas, Martha voltou a ter o direito de postar no site, graças a campanha nas redes sociais. Que bonito.

Francia Simon

Francia Simon tem 16 anos e, durante vários meses, ajudou 136 crianças a conseguirem uma certidão de nascimento. A garota nasceu numa aldeia construída sobre uma plantação de açúcar na República Dominicana e ajudou vários filhos de haitianos que viajam para lá atrás de empregos nas plantações. Sem essa certidão, as crianças não poderiam estudar ou sequer existiriam legalmente. A iniciativa foi tão bonita que Francia recebeu o Prêmio Internacional da Paz para Crianças de 2010.

Agora é o momento que você engole seco e dá uma refletida sobre o que tem feito para melhorar o mundo.

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Educação, Eventos
29 de agosto de 2012 por Desirée Marantes

Tá aí uma “faculdade” que parece interessante.

Um dos assuntos que mais interessa o pessoal aqui do Ponto é a educação informal. Acreditamos muito nisso, até porque boa parte do nosso tempo de trabalho é dedicado a aprender tudo que é possível saber sobre um assunto através da internet, o que nos transforma em excelentes candidatos para algo como o “Show do Milhão”.

Bom, recentemente a gente topou com uma instituição de ensino que fez com que a gente parasse pra pensar sobre educação e como achamos muito legal, resolvemos escrever sobre, até para aproveitar que os caras vão dar um curso no Brasil (e estão com planos de trazer o bacharelado para cá também e a impressão que fica é que isso é o sonho/futuro de qualquer criatura interessada em estudar administração e/ou ser um empreendedor).

É a Team Academy, direto da Finlândia pra nossa vida. Uma faculdade de negócios onde você precisa criar o seu negócio junto com colegas. É, isso. Tipo, tu tem que abrir uma empresa no início da faculdade e ir desenvolvendo o negócio ao longo do curso.

Pouco genial levar o cliché do aprender na prática para a Academia, não?

Eu achei foda. Muito foda.

O lance é que o pessoal da Monkey Business, empresa formada na Team Academy,  desenvolveu um curso junto com o Hub São Paulo chamado Leadership Revolution, para todo mundo que se interessa por inovação, criatividade, empreendedorismo em equipe, gestão, todas essas coisas que a gente gosta. É uma baita oportunidade de fazer um curso com um pessoal que já partiu para o empreendedorismo com uma visão diferente.

O melhor de tudo? Dá pra ter um gostinho do curso indo no evento gratuito que acontece nessa sexta, dia 31.

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Educação
27 de agosto de 2012 por marimessias

e-Aulas


Tá pensando que só gringo tem as barbadas? A USP também lançou seu um portal com mais de 800 vídeoaulas, o e-Aulas.

Vale a pena dar uma conferida.

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Comunicação, Educação, Nada a Ver
19 de julho de 2012 por Desirée Marantes

Pimp My Carroça, O Mini Doc

Lembram que há alguns meses atrás nós falamos pela primeira vez do Pimp my Carroça, um projeto muito massa do Mundano que estava no Catarse?

Pois o projeto foi bem sucedido e ontem lançaram um mini documentário mostrando alguns dos resultados e lindas carroças pimpadas.  A maneira que o Mundano achou para chamar atenção para esses trabalhadores que são (eram) invisíveis é poética e contundente e mostra o que todos nós sabemos e pouco praticamos: pequenas ações fazem uma diferença gigantesca na vida de muita gente.

Fica o convite para marcas apoiarem essa micro revolução de uma maneira saudável, não vá estampar seu logo na carroça, mas porque não apoiar a iniciativa de maneira discreta porém contundente?

Eu admiraria marcas que tivessem esse discernimento de esquecer a política do “aumenta o logo” “põe um banner” e buscassem uma participação realmente ativa (e discreta) apoiando projetos como o do Mundano e tantos outros.

Alias, vale assistir o artista falando no TED Talent Search, sem dúvida foi uma das melhores da noite e explica melhor as intenções por trás da iniciativa.

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Comportamento, Educação
11 de julho de 2012 por Desirée Marantes

Qual é o poder de uma faísca?

Mais uma colaboração para o Pontinho! Feliz, feliz, feliz!

Dessa vez é um texto inspiradíssimo do incrível André Gravatá, que conhecemos durante o Sonho Brasileiro, e que segue mudando o mundo, de pouquinho em pouquinho.

Bom, sem mais delongas, Qual é o poder de uma faísca?

“(…)meu coração também pode crescer.
Entre 
amor fogo,
entre 
vida fogo,
meu 
coração cresce dez metros explode.
Ó vida futura! Nós te criaremos.”
Carlos 
Drummond de Andrade, poema Mundo Grande

Com simples intervenções urbanas, tento provocar faíscas no cotidiano. A intenção? Instigar que as pessoas se sintam mais vivas e se questionem sobre certas coisas.

Já estive embaixo do vão do Masp, em SP, com uma cartolina na qual escrevi a palavra”Sorria” em letras garrafais, e motivei tanto gargalhadas quanto olhares fulminantes.  Em outra ação, abordava pessoas nas ruas, perguntava para elas se topavam escutar um poema e então lia Alberto Caeiro (um dos meus favoritos) para os passantes dispostos a abrir as portas dos seus ouvidos. Numa experiência recente, realizada na Paulista, com uma amiga, segurei um cartaz com a frase “Que tal começarmos uma conversa?”. A ação rendeu encontros com desconhecidos que pareciam amigos de infância e, claro, também com pessoas que não entendiam muito bem a proposta – uma professora, por exemplo, insinuou que eu devia ir ao psicólogo (esta última intervenção é parte de uma matéria que será publicada na Vida Simples do mês de setembro).

Trabalho atualmente com o tema da educação, então decidi sair nas ruas para conversar com estranhos sobre esse mundo da aprendizagem que povoa minha mente. E vejam, é curioso, usamos a palavra “estranho” para designar as pessoas com as quais não tivemos contato. Estranho? Estranho significa desconhecido. Estranho significa esquisito. A língua denuncia: vemos o outro como um esquisito em potencial – é a presunção de que o diferente é extravagante.

Fui para as ruas com uma lousa que exibia, a princípio, a frase: “O que você está fazendo para transformar a educação no Brasil?”. Foi um fiasco. A fisionomia das pessoas diante da lousa me deixou desconfortável. A reação se repetia: olhavam, imediatamente baixavam a cabeça e faziam uma expressão de desamparo. Poucos esboçaram um comentário. A pergunta não era boa, confesso. Numa época em que a culpa ainda é um valor encarnado nas entranhas, as questões que apontam o dedo para as responsabilidades coletivas ainda geram uma ruminação melancólica. Não demorou muito, mudei a questão.

A segunda pergunta foi a seguinte: “Você pensa que a educação no Brasil precisa ser transformada?”. Ainda não gostava muito da frase – talvez soasse melhor “… precisa de transformações?” –, mas, detalhes verbais à parte, quis mostrar essa segunda pergunta para as pessoas e sentir as reações. Elas responderam com frases curtas, como “a escola é uma porcaria” e “a educação brasileira é uma merda”. (Sim, há um cenário complexo no Brasil, tanto que um em cada cinco brasileiros ainda é analfabeto funcional. Mas não apenas por aqui o modelo educacional está em xeque. O sistema formal estabelecido em diversos países ainda se fundamenta num tipo de visão que não valoriza nem estimula uma criatividade disruptiva. Há exceções, claro. Há professores geniais espalhados nos confins dos confins, claro. Porém, infelizmente, a educação ainda está às voltas com os vícios do “ensino bancário” – expressão usada por Paulo Freire para designar o modo de educação baseada na hierarquia e memorização, como se o conhecimento fosse uma coisa morta a ser depositada na mente do aluno.)

O impacto mais profundo da intervenção foi sutil. Houve quem repetisse a pergunta da lousa para a pessoa ao lado. Uma mulher declamou a questão em voz alta, para um grupo de amigas. Um policial falou para outro, deu para ouvir, bem baixo: “Você pensa que a educação no Brasil precisa ser transformada?”. O simples fato de dezenas de pessoas entrarem em contato com essa interrogação já é relevante, quem sabe isso marque o início de questionamentos maiores.
Para acender uma fogueira, é preciso uma faísca.

André Gravatá não gosta de dizer que é uma profissão, porque antes de tudo ele é um ser humano. Formou-se em jornalismo e escreve para a revista Vida Simples. Desenvolve um game com jovens estudantes que motiva o protagonismo juvenil, chamado Jogo de Cinema, e é organizador do TEDxJovem@Ibira

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* Agradecimento especial a Marisa Bessa, que fotografou a ação e, à medida que foi perdendo a vergonha, também segurou a lousa por uns minutos.
* A quem quiser colaborar para ressignificar os olhares sobre a aprendizagem, sugiro uma possibilidade de ação simples e significante, ainda que pontual, chamada “Dá para mudar o mundo na hora do intervalo”. A atividade descrita a seguir foi cocriada pela professora Paula Marques em conjunto com seus estudantes, no Colégio Visconde de Porto Seguro, em SP, inspirada por uma matéria que escrevi no ano passado. A ação, que envolveu cerca de 300 alunos de 11 e 12 anos, promove o protagonismo e o empreendimento de novas ideias a partir dos alunos. As fases da proposta:

Passo UM – Inspiração
Ler o texto “Dá para mudar o mundo na hora do almoço?” (veja aqui) com um grupo de estudantes. Debater as ações descritas na reportagem e o valor delas no mundo atual.

Passo DOIS – Discussão
Dividir os jovens em grupos. Eles querem ver uma mudança na escola ou no bairro? Incomodam-se com algum problema específico? Os grupos são convidados a listar desafios claros, como a reforma do parquinho ou a necessidade de mais gentileza entre os membros da escola – e então cada equipe escolhe apenas uma das questões levantadas, aquela que mais instigar o entusiasmo do grupo.

Passo TRÊS – Planejamento (e ação!)
Elaborar planos de ação com respostas criativas para os desafios escolhidos e colocar as ideias em prática. A principal dica: não se esqueçam de que o processo é tão importante quanto o resultado.

Passo QUATRO – Contação (e comemoração!)
Organizar um encontro na escola ou em outro espaço local, com pais e alunos, para discutir o desenvolvimento e relevância das ações.
Quem se interessar pela atividade, entre em contato, daí podemos conversar mais: emaildoandregravata@gmail.com
Para saber mais, veja o link.

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Design, Educação, Ponto e Vírgula, Tecnologia
03 de julho de 2012 por Amanda Bacaleinick

As maravilhosas curvas da evolução da Web

Post Mágico

Faço minha estréia no Ponto apresentando um lindo trabalho: a evolução da web,
cuja descrição visual apresentada na última 6a-feira durante a Google I/O 2012 Conference foi elaborada colaborativamente entre o Chrome Labs, a GOOD, e três pequenos estúdios – Vizzuality, Hyperakt e mgmt.

As diferentes ondas/bandas de cores mostram a interação entre tecnologias, linguagens, navegadores, enfim, o GACT do dna da internet, uma hélice mais que dupla pois na verdade contém mais de 4 componentes básicos.
Como o texto de apresentação fala, (aliás, tão de parabéns pela tradução de todo o trabalho para 13 línguas já no lançamento),

Atualmente, a web é um universo em crescimento de páginas e de aplicativos da web interligados, além de vídeos, fotos e conteúdo interativo. O que o usuário comum não percebe é a interação de tecnologias da web e navegadores que possibilita tudo isso.
Com o tempo, as tecnologias da web evoluíram para proporcionar aos desenvolvedores da web a capacidade de criar novas gerações de experiências da web úteis e imersivas. A web atual é resultado dos esforços contínuos de uma comunidade da web aberta que ajuda a definir essas tecnologias da web, como HTML5, CSS3 e WebGL, e a garantir que elas sejam suportadas em todos os navegadores da web.

É realmente um trabalho primoroso, que analisa também o crescimento do número de usuários e do tráfego global (em petabytes!). De 2006 pra cá aumentamos de 1.15 bi para 2.27bi, todos conectados à essa nave-mãe. Tem muito dado legal pra ver, e cada ponto de cada curva abre mais e mais detalhes.

Devo comentar que a beleza do trabalho é fruto especial dos três estúdios mencionados acima.

O Vizzuality é baseado em Madrid, e é especializado em plataformas geospaciais fantásticas e lindas, capazes de cruzar dados complexos acerca de biodiversidade, e informações georreferenciais e espaciais. Fodásticos, os caras têm trabalhos sobre línguas em risco de extinção, prototipagem de uma plataforma colaborativa para o governo basco, e uma ferramenta que permite a todos colaborarem em busca de novos planetas.

o Hyperakt é um estúdio de design do Brooklyn, que tem clientes em todas as dimensões corporativas ou não, e cuja especialidade é visualização de dados: um infográfico sobre vacinas para a Fundação Bill e Melinda Gates, o report anual da Fundação Ford sobre justiça no mundo, e vários para a GOOD.

Por fim, o mgmt é um estúdio colaborativo também do Brooklyn, e que trabalha com design gráfico e identidade (além de outras cositas más). Achei incrível esse projeto com a IBM e a TIME sobre cidades inteligentes e esse aqui em parceria com o NYT sobre o histórico das mortes nas guerras do Iraque e do Afeganistão.

Last but not least, acesse os keynotes da conferência aqui.

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Comportamento, Educação, Ponto e Vírgula
07 de junho de 2012 por Carla Mayumi

Quando compartilhar espaço vira uma nova ferramenta

Post Mágico

Acho uma bela microrrevolução essa proliferação dos espaços de co-working.

Vou dar uma volta grande num outro assunto e depois volto pro co-working. Li recentemente em um livro uma frase que diz que para mudar uma mentalidade a coisa mais simples a fazer é criar novas ferramentas. Concordo muito com isso, e a primeira associação que fiz foi com o Facebook (ok, ok, foi o Orkut que começou tudo isso).

Imagine se tivesse vindo alguém e dito pra gente: vamos passar a comunicar tudo aquilo que a gente faz e até o que pensamos. Vamos abrir nossa rede de amigos para o mundo, para as marcas, criar um grande Big Brother das nossas relações. Vamos revelar nossos gostos através de imagens, música, vídeos, desenhos. Vamos conversar mais com pessoas que vemos pouco. Vamos nos informar através de pílulas de conteúdo. Assim, seremos mais informados, mais abertos e mais transparentes, valores dos quais a humanidade necessita para evoluir.

É mais ou menos isso o que vejo acontecendo através dos espaços de co-working. Uma baita transformação de mentalidade através de um novo tipo de comportamento – que nasce, também, de uma nova ferramenta.

Estou com esse assunto na cabeça pois recentemente viajei para Londres e Deus quis que eu ficasse sabendo da existência (juro que não procurei) do Google Campus, o novo escritório do Google que tem sete andares, e dentre eles, seis são destinados a co-working. Que tal? Trabalhei numa destas mesas da foto.

Google Campus / London

O que muda com o co-working: fisicamente caem as paredes e estruturas rígidas, o espaço é mais líquido, como diria Zygmunt Bauman. Ouve-se pedaços de conversas, e elas podem ser ouvidas. As vozes são mais animadas e felizes. As pessoas se cumprimentam mais, mesmo as que não se conhecem. A colaboração nasce de forma espontânea. Os assuntos se misturam. Tudo de forma espontânea, sem alguém precisar dizer “colaborem”. “Sejam mutidisciplinares”.

Aquele espaço (material e imaterial) que não tinha função ganha importância. A intersecção, antes nula, vira um elo. No co-working muito essa valorização dos espaços, sejam eles materiais ou imateriais. Eles passam a ser ressignificados e revalorizados. Quando fica “possível” falar com um desconhecido sobre um assunto que necessariamente não era um tema em comum, os sentidos se agregam. Eu posso virar pra alguém e falo sobre design, a pessoa me responder falando sobre tecnologia e “plim!”, temos uma nova intersecção que ganha um novo sentido para ambos. Ah que maravilha se isso acontecesse nos grandesescritórios das empresas tradicionais…

Gosto destes dois sites: um AirBNB de espaços de co-working, o DeskWanted (tem até lugares no Brasil) e este que é uma revista sobre co-working.

Não me atrevo a querer criar um guia completo de espaços assim no Brasil, mas com uma busca rápida deu pra levantar alguns e ver que esse movimento está num crescendo fantástico. Listo aqui aqui os que achei bacanas, porque a preocupação com a, decoração, luz, som, espaços e conforto é fundamental. Se for pra sair de um escritório convencional, o legal é encontrar um local diferente e com uma cara mais aconchegante, né?

Porto Alegre: Nós Co-Working

Floripa: Vilaj

Curitiba: Aldeia Global / The Hub

Belo Horizonte: The Hub

Rio de Janeiro: Bees Office

São Paulo:

Ponto de Contato (desculpem-me os demais, mas esse é meu preferido em termos de arquitetura)

Ponto de Contato / SP

The Hub (também tem The Hub em Curitiba, BH, e pelo mundo afora)

Plug n Work (estive lá essa semana, fugi do trânsito e da chuva entre uma reunião e outra – fica pertinho da Berrini)

Estudio do Morro (mais voltado para artistas e designers)

Estúdio do Morro / SP

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Educação
01 de junho de 2012 por Luiza Futuro

Nós. Vc – Um ‘Catarse’ só para ensino.

Muito legal a iniciativa de apoiar viabilizar qualquer tipo de aprendizado. Vejam o video:

Aqui para saber mais.

 

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Educação, Nada a Ver, Tops
29 de maio de 2012 por Desirée Marantes

Desmistificando as SLRs

Sabe aquele conhecido seu que tem uma Canon 5D e coloca todos os ajustes no automático?

Mostra esse site pra ele. É um simulador das funções de câmeras SLR, dá para aprender muita coisa brincando.

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