Arte
16 de novembro de 2009 por marimessias

Uruguay

Fiquei enamoré pelas colagens o do artista plástico uruguayo Juan Burgos, que tão na Venice Biennale.

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Nada a Ver, Tecnologia
04 de julho de 2011 por Vinicius Perez

Hemingway e a internet

A Wired chamou o autor do The Heming Way: How to Unleash the Booze-Inhaling, Animal-Slaughtering, War-Glorifying, Hairy-Chested, Retro-Sexual Legend Within… Just Like Papa! (ó a capa aí em cima) para falar o que o autor de Por Quem Os Sinos Dobram acharia da internet. Entre os pontos citados, é importante realçar:

 He would love Twitter; his greatest quotes are all 140 characters or less.

 Considering his fondness for kitties, Hemingway would spend countless hours on YouTube and I Can Has Cheezburger?

 Like all men, Papa loathed shopping — the only store where he felt comfortable was Abercrombie & Fitch, back when it distributed sporting goods instead of gay porn — so Amazon would make his purchases quick and painless. Unfortunately Amazon does not stock vintage, wormwood-laced absinthe.

Um clima meio filme novo do Woody Allen (Ainda é novo? O infeliz não para):

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Música, Tecnologia
21 de abril de 2009 por Desirée Marantes

Bohemian Rhapsody

é uma das músicas mais legais do mundo. Porém, caso fosse obrigada a ouvir essa versão feita com equipamentos eletrônicos antigos no repeat durante vários dias, acho que cometeria um erro terrível.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ht96HJ01SE4]

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Infográficos
13 de maio de 2013 por marimessias

Ocupa SP

Hoje inauguramos SOS SP, nossa semana especial sobre São Paulo. Durante toda a semana, que termina lá com a Virada Cultural, vamos falar dos processos de reapropriação (de hortas coletivas até arte de rua), de inclusão e de exclusão pelos quais a cidade vem passando.

E, se vocês me perguntarem, não tem como começar essa semana de um jeito mais legal do que com esse lindo infográfico, que tem arte da incrível da Niege Borges e consultoria de conteúdo do mestrando em Arquitetura e Urbanismo, Felipe Pissardo.

No infográfico percorremos a história das ruas de SP, do começo ao meio (como diria meu pai).  Então bora lá, e uma boa semana pra todos nós.

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Nada a Ver, Tecnologia
04 de abril de 2012 por marimessias

Suicide Girls enquanto GPS

Pessoal da University of Illinois revelou, no último encontro anual da American Chemical Society, que está trabalhando na criação de um tipo de tatuagem temporária que detecta e armazena uma série de sinais corporais.

E, diferente do que poderíamos concluir, o ramo de estudo das tatuagens medicinais, ou  “epidermal electronics” está bastante evoluído. O último patch desenvolvido pelo time de Illinois mede a atividade muscular e estimula os músculos debilitados.

E. Bom, olha, vale ler o texto completo.

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Games, Tecnologia
07 de junho de 2011 por marimessias

PS Vita

A Sony anunciou ontem de noite na E3 seu novo portátil lindimais.

Pros interessados, hoje tem Nintendo na E3, com altas novidades.

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Música
20 de outubro de 2011 por marimessias

SMiLE

Olha que lindo!

O Brian Wilson vai presentear os fãs com gravações inéditas de 1966 e 1967, vinis, arte e um livrinho com fotos e material, também inéditos.  A venda começa dia 1 de novembro pelo site TheBeachBoys.com.

Além disso a idéia é criar dois vídeos inéditos da queridinha Good Vibrations e da nova Heroes and Villains. Pra isso eles pediram que os fãs enviem idéias (em até 250 caracteres). Se te interessou, tu pode ler mais aqui.

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Comportamento, Tecnologia
05 de setembro de 2011 por Vinicius Perez

Me Here Now

por Phuong-Cac Nguyen

Se sabemos conscientemente ou não, estamos vivendo numa crise existencial coletiva. Enquanto continuamos perambulando nas estradas da Internet sob comando dos nossos alter egos individuais, nossas realidades têm ficado mais e mais emaranhadas em versões virtuais de nós mesmos. Mesmo quando não estamos conectados — informação, dados e interações pingando intravenosamente no nosso sistema de pensamentos — nossos gadgets são facilitadores desse vício de viver através desse outro “nós.” É uma obsesão em viver online, mesmo quando estamos offline, interrompendo uma conversa para fazer um tweet ou vivendo através das lentes do Instagram para exibir instantaneamente onde estamos (e onde nossos seguidores não estão). Nossas mentes não estão aqui no momento. Então, onde estamos?

Mas a maré está mudando. Estamos começando a perceber que perdemos a vista de nós mesmos, tanto no senso metafórico quanto literal. Como podemos nos sintonizar com o que está acontecendo em frente aos nossos olhos? O sinal maior em apoio desse movimento são as novas possibilidades dos recursos de location-aware, uma tecnologia do tipo ame-ou-odeie cuja popularidade tem perpetuado nos últimos anos com nossa necessidade constante de estar em todos lugares e falar isso para todo mundo, de uma só vez.

Groupon Now

ME HERE NOW, como chamamos essa onda, inclui aplicativos que nos pressionam para reconhecer completamente nossos arredores. Podemos pensar nesses apps como os novos óculos 3-D. Ao invés de nos estimular para viver num universo paralelo, esses programas nos dizem exatamente o que perdemos se não participarmos imediatamente. Claro, o segredo é que precisamos confiar neles como novos aliados.

O que o pai do existencialismo, Kierkegaard, pensaria se estivesse ainda vivo hoje, quando enfrentado com esse paradóxo pesado e fascinante?

Até termos lentes de contato biônicas que nos ajudem a processar nossos arredores, temos apps que nos mandam de boa vontade essas informações essenciais. Esses tipos de programas location aware nos permitem ser pessoas que tudo vêem e tudo sabem, como se fôssemos onipresentes. Foursquare, hoje com mais de 10 milhões de usuários, foi o pioneiro em popularizar esse comportamento.

Evoluindo nesse desejo de descobrir novos lugares, o Trover é uma ferramenta baseada essencialmente em imagens para ajudar os usuários a encontrarem arte de rua, ou qualquer coisa interessante ao seu redor. Um outro app do momento é o FoodSpotting, que usa fotos dos participantes para mostrar os melhores pratos dos restaurantes da região.

A chave é pegar vantagem do momento e incentivar o impulso. As promoções do novo Groupon Now aparecem no seu aparelho mobile a qualquer hora que você está na vizinhaça de um comerciante participante.

(esquerda à direita: Trover, Situationist, Colors)

É uma coisa esquisita a se pensar: estamos tão acostumados a não ter mais que estar presente fisicamente para fazer amizades, o que sempre foi uma lei básica das relações humanas, que hoje essa interação não-presencial e não-íntima problematiza o argumento de qualquer existencialista. Então, claro que nossas relações estão se fragmentando e muitas vezes ficando mais superficiais. O novo location aware tem o propósito de fazer os encontros entre pessoas alguma coisa mais real — ainda que com um filtro intermediário que confirma que não estamos voltando para o jeito old-school de se relacionar.

Sonar é um dos mais interesantes apps desse tipo, mostrando quais conexões você tem com qualquer estranho perto de você, como mostrar amigos em comum no Facebook ou interesses similares. A ideia, obviamente, é que você se aproxime de pessoas que você percebe que na verdade não são tão estranhas assim.

Sonar

Ask Around permite aos usuários participar de conversas real-time acontecendo ao seu redor. Pense na situação de um trem parado, como exemplo, onde um passageiro de um vagão pergunta para alguém do vagão da frente por que o trem não está andando. Mas afora os pesadelos de transporte diário, o app pode ser útil para atualizações instantâneas sobre qualquer assunto, como uma espécie do twitter local. E se você está em um evento com outros amigos, pode usar o Colors para que todos compartilhem de um álbum público das fotos que todos estão tirando naquele lugar, naquele momento.

Com tantas formas de se conectar digitalmente antes de um encontro no real-life, temos perdido nosso prazer pela espontaneidade. Nada melhor do que contato humano para nos sentirmos vivos. Situationist tenta resgatar esse elemento de surpresa ao permitir que usuários criem situações — pense em um flash mob instantâneo, sob seu controle — que convidam outras pessoas a agir e interagir se estiverem perto de você. Entretanto, a ideia é ainda nova, e ficamos na expectativa de que teremos apps mais maduros e sofisticados como este num futuro próximo.

Central Park por Bluebrain

Vemos por onde o location aware já tem andado: programas que entregam praticidade e até brincadeiras no dia-a-dia. Uma boa conclusão para tudo isso é que o mundo muda quando você muda de lugar. O grande potencial do location aware está em entregar experiências offline que não poderíamos ter antes dessa virtualidade existir.

Um exemplo interessante são os apps/albuns da banda Bluebrain, que só podem ser ouvidos em determinados lugares, como por exemplo o National Mall, parque de Washington, D.C. nos EUA. Enquanto os ouvintes caminham, a música muda, com direito a faixas secretas em locais fora do circuito normal de passeio. Quando que viver no aqui-agora foi tão divertido?

A crise existencial on e offline ainda não está resolvida. Mas por enquanto, tudo que precisamos é um push notification para nos lembrar de ficarmos alertas.

Phuong-Cac Nguyen é do núcleo de Trends da Box1824.

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Música
29 de março de 2010 por marimessias

Mende, Makmende

Com mais de 30,000 fãs no Facebook esse vídeo da banda queniana Just a Band é mega hit online. Além de ter uns facts sobre ele Chuck Norris Style, a galera da Monocle ainda nos chama atenção pro quanto isto nos fala da popularização [e aumento da velocidade] da internet no país: o quarto com mais usuários na África subsariana.

O melhor de tudo é que o vídeo é muito divertido. Agora saquem a definição do PSFK pro personagem, cujo nome é uma gíria pra machismo [James Bond e Renato Gaúcho morrem de inveja]:

Who is Makmende Amerudi? He is a star and hero who karate chops villians, winning the eye of beautiful women and dons a 70s wide-collared shirt, bell-bottoms, and aviator sunglasses for good measure. What began as a comical video, reminiscent of blaxploitation era films has become an African viral internet sensation.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_mG1vIeETHc]

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Música
07 de outubro de 2011 por Niege Borges

Brazilian Guitar Fuzz Bananas

Joel Stones Oliveira, dono (e brasileiro) da loja Tropicalia in Furs, um ícone do Lower East Side de Nova Iorque,  tá com esse projeto lá no Kickstarter para fazer um documentário sobre a música brasileira psicodélica. A ideia é que ele venha para o Brasil procurar músicos, e assim juntar histórias de pessoas conhecidas e desconhecidas. O filme vai ser filmado em Los Angeles, Nova Iorque, São Paulo e Rio de Janeiro.

Eles já fizeram um curta, What Are Fuzz Bananas?, sobre o mesmo tema, que foi o que deu origem ao projeto junto com a compilação Brazilian Guitar, Fuzz Bananas. Confere aí o vídeo de divulgação do projeto! (via Rodrigo Fonseca)

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